Queimaste um grito no apagar de um cigarro.
Ouviste sirenes ao longe. Pensas sempre na dor de quem as acolhe.
Noutro dia, aventuraste ir onde não se quer saber.
Vestida a farda do egoísmo, subiste as escadas da cave que não cabe.
A fumar de novo, cospes um tonto tossir. O medo brincou contigo.
E logo apareceram as luzes, as vezes e um par de nada.
Não pretendias levantar-te. Não fossem os sons.
E as sirenes a dizer que estão vivas por causa da morte.
O que te lembraste foi esquecido pelo barulho daquele tom amarelo.
E outro azul, que combina com as partes que queres esquecer.
Tiveste as costas à mostra, queimaste um grito uma outra vez.
Ouviste sirenes ao longe. Pensas sempre na dor de quem as acolhe.
Noutro dia, aventuraste ir onde não se quer saber.
Vestida a farda do egoísmo, subiste as escadas da cave que não cabe.
A fumar de novo, cospes um tonto tossir. O medo brincou contigo.
E logo apareceram as luzes, as vezes e um par de nada.
Não pretendias levantar-te. Não fossem os sons.
E as sirenes a dizer que estão vivas por causa da morte.
O que te lembraste foi esquecido pelo barulho daquele tom amarelo.
E outro azul, que combina com as partes que queres esquecer.
Tiveste as costas à mostra, queimaste um grito uma outra vez.
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